10 de março de 2009

Destuição da Camada de Ozono

Destruição da Camada do Ozono:

Embora em muito pequenas quantidades, o ozono existe também na baixa atmosfera, onde pode ser produzido por descargas eléctricas da atmosfera (relâmpagos).
Contudo, este gás acumula-se quase na sua totalidade na Estratosfera e que, por isso, se designa da camada de ozono (Fig.2)



Fig.2 – Camada de Ozono

Esta designação pretende apenas referenciar a zona da atmosfera onde é maior a sua concentração, tendo-se, portanto, de ter em atenção que, mesmo naquela camada, o ozono ocupa uma parte ínfima do volume do ar.
O ozono apesar de se apresentar numa quantidade bastante pequena, este assume um papel muito importante para a vida na Terra pois absorve cerca de 95% das radiações ultravioletas impedindo assim que estas atinjam a superfície terrestre em quantidades bastante elevadas causando anomalias nos seres vivos, como o cancro da pele, deformações, etc.
Mas, ao contrário do que se possa pensar, as radiações ultravioletas são úteis á vida humana, pois são elas que contribuem para a produção de vitamina D, indispensável ao normal desenvolvimento dos nossos ossos.
Estudos realizados na década de 80 confirmam que a camada do ozono está a ser progressivamente destruída, sendo esta destruição provocada pelos produtos químicos libertados pelas actividades humanas especialmente os chamados clorofluocarbonetos (CFC), que são gases constituídos por cloro, flúor e carbono que são utilizados em frigoríficos, em aparelhos de ar condicionado, na indústria electrónica, na produção de espumas sintéticas usadas no combate aos incêndios e em artigos de limpeza.
Os CFC podem subir até é estratosfera sem se modificar, mas chegando a esta camada a radiação ultravioleta quebra as suas moléculas e liberta os átomos de cloro, que reage com o ozono, destruindo-o.
O chamado “buraco do ozono”, que designa a camada de ozono muito fina sobre a Antárctida, surge com maior nitidez na Primavera e no Outono (fig. 3)






Fig. 3 Enfraquecimento da camada de ozono, originando o “buraco do ozono”.

Contudo, o perigo da falha na camada de ozono já não é só no continente antárctico, em várias outras regiões do planeta a camada do ozono também está a ficar cada vez mais fina, permitindo a intensificação dos raios ultravioletas o que provocará novos buracos sobre regiões populares de qualquer latitude.



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